segunda-feira, 1 de abril de 2013

O AMOR MAIS BONITO - AS CARTAS QUE EU NÃO MANDO...


Você era meu sonho magico, minha história bonita, aquela tipo Romeu e Julieta que embora não tenha sido vivida como deveria,
ainda assim foi a mais bonita de que se teve noticia, um calmo amor prestante, “parafraseando Vinicius de Moraes”, que embora não vivido por questões da vida, do destino enfim, foi intensamente sentido e sonhado em dois corações ao mesmo tempo distantes e próximos, interligados, encontro de almas, karma, chamem do que quiserem, era magico, era pleno e se bastava, não cabia em si e transbordava, mas transbordava puro amor, não trazia mal, um amor proibido mas sem igual, com muitas chegadas e nenhuma despedida, uma espera de um dia enfim ser vivido em sua plenitude, nesta vida ou na próxima...


Um dia enfim chegou o tempo de amar, o proibido passou a permitido, os corações poderiam livremente amar, beijos intermináveis sem ponteiros de relógio a reclamar, os sonhos, as noites desejadas, toda paixão reprimida poderia enfim ganhar corpo, tomar força, desabrochar, os olhos enfim poderiam se cruzar, os braços em abraços se findar, as bocas em fogo ardente queimar, os corpos em meio a tamanha paixão enfim a plenitude do amor vivido encontrar...


Triste sina do amor bonito, que não mais proibido, deixou de ser correspondido, por outro fútil foi vilmente substituído e hoje finda em um só peito sem a chance de AMAR...

MORGANA FERNANDES


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